SEVEN YEARS SEVEN BOOKS

SEVEN YEARS SEVEN BOOKS is part of the Seven Years Seven Pieces project,

consisting in the publication of the written texts from the pieces created by

Claudia Dias and guest artists, detaching them from their theatrical context.

 

The intention is to offer more visibility to the text by providing it with a less

ephemeral context than the performance arts, as well as to defend the idea that contemporary dance is itself a place of literary production.

 

This project has several crafters. Firstly, the creators of the texts who are also the performers, the Illustrator Jorge Gonçalves, as a way of conferring

new frames and meaning to the text and Jorge Louraço Figueira that will also contributo with the afterword texts. 

 

As the name points out, the goal is to edit seven small books – a collection of non-standard books. This option safeguards the autonomy of each text and, at the

same time, guarantees the ensemble quality inherent to the project. As Jorge

Gonçalves writes:

 

 Since the end of the XX century the institutional publishing policy in the arts has

been contaminated by the mainstream politics of the book. There has been a

desire to constitute standard format collections – which makes sense in the

commercial publishing that circulates and is displayed in commercial spaces that are also standardized. It so happens that editing in the arts owes more to the authors’ publications and artists’ books: they translate the diversity and the unique character of each book-object. My understanding is that the Seven Years Seven Books project should follow the same principle of absolute individuality of each book-graphic-object. We will be before a real artistic complementarity between paper and performance.

Book launch of Monday and Tuesday at Teatro D. Maria II, 8 of June 2018

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JORGE GONÇALVES

Nasceu e vive em Lisboa. Licenciou-se em Design de Comunicação, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e fez mestrado em Cenografia para Teatro na Slade School of Fine Art, em Londres, onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

Leciona Espaços Performativos no Mestrado em Artes Cénicas (FSCH, Lisboa).

O seu trabalho envolve ilustração editorial, performance visual e cartoon político.

É autor de diversas novelas gráficas entre as quais a trilogia Filipe Seems (com Nuno Artur Silva), A Arte Suprema e Rei (com Rui Zink), pelas quais foi premiado várias vezes no Festival Internacional de BD da Amadora.

Fez direção visual em várias peças de teatro, entre as quais O que diz Molero e Arte (encenações de António Feio) e Como fazer coisas com palavras (com Ricardo Araújo Pereira). Recentemente escreveu, desenhou e interpretou Barriga da Baleia e A Montanha, criações teatrais para a 1ª infância.

Criou o projeto Subway Life, desenhando pessoas sentadas nas carruagens do Metro em várias cidades do mundo.

Publica semanalmente, desde 2003, cartoon político nas páginas do Inimigo Público  (jornal Público): já foi distinguido diversas vezes no World Press Cartoon e viu os seus desenhos serem publicados no Le Monde, Courrier Internacional e em várias colectâneas internacionais.

As suas performances de Desenho Digital têm tido lugar um pouco por todo o mundo, envolvendo artistas como Bulllet, Kalaf, Amélia Muge, Micro Audio Waves, Gino Robair, Ellen Fullman, Mário Laginha ou Bernardo Sassetti.

Foi distinguido em 2014 com o Prémio Nacional de Ilustração (DGLB) pela obra Uma Escuridão Bonita (com o escritor Ondjaki).